A figura da mulher se apoiava na parede, tossindo com agonia. Nos olhos de Eduardo, um brilho de impaciência emergiu. Ele zombou, com um sorriso irônico:
- Desde quando você se tornou tão frágil, Maria? Já disse muitas vezes, não há necessidade de fingir diante de mim. É inútil!
Maria, calmamente, limpou um fio de sangue que escapou do canto de sua boca e olhou para ele. Um sorriso forçado apareceu em seu rosto pálido:
- Quando seus olhos se tornaram tão perspicazes, Eduardo? Sempre consegue ver