Trezentos e um… trezentos e dois… trezentos e três… trezentos e quatro….
Eu rastejei meus dedos como pernas ao longo do painel de madeira enquanto me sentava enrolada no assento do canto do peitoril da janela. Na minha cabeça, eu contava os passos que dava até que minha mão não alcançasse mais... então eu repetia. Quantos passos eu poderia contar até os dezoito anos?
Tudo parecia se misturar, quase como se duas linhas do tempo fossem agora indistinguíveis. Deve ter se passado pelo menos um mês