A luz bruxuleante das tochas nas masmorras lançava sombras longas nas paredes úmidas quando Connan se pôs de pé, o corpo tenso, entre Melia e a bruxa de Smaill. O cheiro de mata-lobos ainda queimava o ar, misturado ao suor e ao sangue fresco das feridas que ardiam nas mãos do garoto.
A velha, encurvada e cheia de símbolos de outro tempo, o olhou com desprezo e uma ponta de medo. Sua voz era um sussurro rouco, venenoso como tudo ali embaixo:
— Quem é você pra desafiar o rei de Obsidian, garoto?