Foi então que senti um toque leve e hesitante no meu braço. Virei a cabeça e ela estava lá, apoiada em um pé, com seu rosto pálido mas determinado.
Sua mão deslizou do meu braço até minha mão fechada em punho, com os nós dos dedos já inchando.
Ela pegou minha mão entre as sua, não com delicadeza, mas com uma firmeza prática e seus olhos examinaram os cortes…
— Você não pode se machucar assim — disse, e sua voz soou surpreendentemente suave no caos ao nosso redor.
Eu não respondi. Como poderia?