— Sério, Ana, o curioso dessa relação, sou eu — diz em meio à risada. Relação, essa palavra me leva a um patamar mais distante. — Dificilmente você me faz uma pergunta — conclui. Faço careta para ele. — Ok, faça a sua pergunta. — Ele eleva as sobrancelhas grossas e me encara, aguardando que eu o interrogue. Eu puxo a respiração devagar e me deixo levar pela minha curiosidade.
— Você é um homem muito bonito, Luís. É inteligente, gostoso. — começo a enumerar as suas qualidades. Luís faz um “O” li