MURALHA
Enxuguei meu rosto com a toalha, soltando um suspiro baixo, me encarei no espelho, descendo o olhar pelas cicatrizes no peito, correndo até meu braço, mesmo com tantos músculos, as cicatrizes ainda faziam parte do meu corpo.
Depois de anos, continuo sem confiar em ninguém, e garanto que continuarei sem confiar em ninguém pelo resto da minha vida. Papo de família? Não existe mais na minha cabeça.
Depois que minha mãe fugiu pelas ruas, coloquei em mente que nenhum ser humano liga para os