Lucas ergue a mão lentamente e toca de leve minha bochecha. Fecho os olhos por um breve instante, absorvendo o calor de seus dedos contra minha pele. Seu toque é delicado, quase reverente, como se eu fosse algo precioso demais para ser tratado de outra forma.
— Seja minha... — ele sussurra.
Sua outra mão envolve com cuidado o braço que ainda tenta me proteger. Em vez de arrancá-lo dali, apenas o conduz para baixo em um gesto paciente, dando-me a chance de recuar.
Mas eu não recuo.
Permito que m