Uso os braços para cobrir os seios, mantendo uma distância considerável da margem para que ele não se aproxime nem tenha a chance de me ver com mais clareza. A água chega à altura dos meus ombros, escondendo parte do meu corpo, mas meu coração bate tão forte que tenho a impressão de que ele consegue ouvi-lo dali.
— Me deixe, Lucas! — peço.
— E por quê? Se arrepende do que fizemos? — ele questiona, cruzando os braços enquanto se apoia no tronco de uma árvore, sem desviar os olhos de mim.
Reviro