A noite vai passando lentamente, e a cada vez que olho para o relógio sinto meu incômodo aumentar.
Lucas disse que voltaria logo para casa.
Mas as horas passaram... e nada dele.
Tento me distrair, ligo a televisão, pego o celular algumas vezes, caminho pela casa, mas minha atenção sempre acaba voltando para a porta de entrada.
No fim, desisto.
Sento no sofá da sala decidida a esperá-lo. Abraço uma almofada contra o peito enquanto o silêncio da casa parece ainda mais pesado.
Sem perceber,