Em determinado momento, senti sua mão na minha coxa, subindo em direção ao meu pau, que não estava nem um pouco interessado naquela carícia. Antes que ela pudesse tocá-lo, segurei seu punho.
— O que pensa que está fazendo? — Praticamente rosnei.
— Só te lembrando o quanto pode ser bom. — Ela ronronou
— Emilly, se dê o respeito
— Pode ser bom, garanto. Me deixe te provar.
— Chega! — Gritei. — Será que não percebe o quanto está sendo inconveniente? Essa é a última vez que tenta me tocar sem ser s