—Desculpe-me, —o ouço dizer. Mas, não digo nada, continuo em minha posição, apenas balançando a cabeça para aceitar suas palavras.
Não sei quanto tempo se passou. Mas a realidade me acorda quando a porta do meu lado é aberta e um par de mãos me pega.
—Perdoe-me Sam, a raiva me cegou, por favor! Vamos tomar café da manhã e conversar?
Desço com ele e entramos num café, depois de arrumarem um lugar para nós, eu pego suas mãos gentilmente.
—Deixe-me ver suas mãos —Vários nós dos seus dedos sangram