265. COMPLACIANDO A MINHA LUA
JACKING:

Sorri, sorrindo apenas ao ver por que ela estava confusa. Não consegui deixar de sorrir ao ver que ela persistia em sua teimosia. Uma firmeza ainda suave, mas constante, ardia em seu peito, e que eu não conseguia apagar, nem sequer queria fazê-lo. Era sua natureza.

—Isso é um poder de dualidade, minha Lua; eu me duplico —expliquei pacientemente. —Mas continuamos sendo um. Se quando estamos separados, algo acontece a um de nós, acontece a nós três, porque somos um só.

—Já entendi,
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