Nossa dor...
Nazli Ylmaz
Ao deitar ao lado de Leyla naquela noite, observei sua respiração suave, o rosto sereno. Era raro vê-la assim, sem as linhas de preocupação ou tristeza que tantas vezes marcavam seu semblante desde que nossa mãe se foi. Eu fiquei ali, no escuro, admirando minha irmã com o coração cheio de um misto de orgulho e dor. Ela era tão forte… muito mais do que ela própria imaginava.
Minha mente então me levou de volta no tempo, ao dia em que conheci o pai dela. Eu era uma criança, e ele sur