A porta do apartamento se fechou atrás de mim com um clique seco.
Fiquei parado por um segundo no corredor. Meu corpo ainda estava lá dentro. A mão quente, a respiração fora do ritmo, e a cabeça longe dali.
Soltei o ar devagar.
— Caralho.
Passei a mão no rosto e caminhei até o elevador. Cada passo saiu no automático, mas por dentro nada estava no lugar. Aquilo não tinha sido só mais uma transa, nem de longe.
Entrei no elevador e encostei na parede, deixando a cabeça cair levemente para trás. Fe