Assim que voltei para dentro, o impacto da música veio de novo, alto o suficiente para quase apagar tudo que tinha acabado de acontecer lá fora.
Quase.
Natan foi o primeiro a me ver.
— Olha só quem voltou e tá vivo! — disse, abrindo um sorriso. — E aí?
Viktor já veio junto, cruzando os braços.
— Demorou, hein.
Passei a mão na nuca, tentando parecer o mais normal possível.
— Relaxa.
— Relaxa nada — Natan rebateu. — A gente viu a mensagem. E aí? O que rolou?
Dei de ombros, pegando a cerveja que