— Sabe, já faz alguns dias. — Disse ela, propositalmente não nos deixando saber há quanto tempo estávamos ali. — Na verdade, quero conversar. — Continuou quando não dissemos nada. Ela suspirou. — Vamos lá, onde está o pedido de clemência? Não vão tentar falar comigo? — Cerrei os dentes de raiva.
Louca.
É isso que ela é. Ela realmente gostava de ouvir súplicas.
Ela deu uma mordida na sua barra de granola e assumiu uma expressão solene; eu me perguntei o que ela estava tramando agora.
— Mamãe morr