CAPÍTULO DEZESSEIS

O PERSEGUIDOR.

A cada instante que se passava tinha a certeza que deveria estar fazendo a coisa certa, pois se não estivesse, que razão teria para viver? Kupran tinha lhe dado a marca maldita uma vez, mas agora poderia finalmente transformá-la em algo bom. Fora esse pensamento que o fez se levantar em meio às grama úmida pelo tempo, deixar que os pequenos insetos não tomassem conta de si. Ele não iria morrer, n&atil

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