— Senhor, o senhor não pode entrar assim! — o garçom tentava conter o avanço, olhando para Eduardo em busca de intervenção.
Daniel passou pelo funcionário e segurou com firmeza o pulso de Alana.
A força do aperto revelava uma intensidade contida, como se ele quisesse fixá-la ao seu lado a qualquer custo. As veias marcadas no dorso de sua mão demonstravam o controle limítrofe sobre suas próprias emoções.
— Você me prometeu cinco minutos — declarou Daniel.
O pulso de Alana doía pela pressão.