Areta carregava uma marmita e estava prestes a ligar para Alana quando os viu saírem juntos pela porta.
O rosto dela fechou num segundo.
Ela avançou, puxou Alana para trás de si e deu um beliscão raivoso no braço da filha.
— Ai, mãe! — Alana fez uma careta, a dor genuína demais para disfarçar.
Eduardo deu meio passo à frente — instintivo, involuntário — e então se lembrou onde estava e recuou discretamente.
— Mamãe trouxe seu almoço. Já está de folga, vamos comer ali. — Areta apontou para um ba