Eu estava adormecida, quando de repente alguém tocou minha coxa direita a apertando.
Abri meus olhos assustada, vendo Willian me encarar como um doente lunático.
Me movi para me desfazer do toque o vendo soltar um riso.
—Agora somos só nós dois aqui! Ninguém vai te ouvir gritar! – Disse ele subindo em cima de mim.
—Me solta! Não encosta em mim! – Gritei sentindo os dedos de Willian adentrarem minha saia.
—Você não vai escapar! – Disse ele me arranhando.
—Seu infeliz, não me toque! – Esbravejei