O sol já avançava alto no céu quando a hacienda Villalba mergulhou no ritmo pleno do dia, com o calor subindo devagar das pedras dos caminhos e das paredes grossas da casa principal, criando um contraste com o frescor que ainda permanecia nas áreas sombreadas. O ar carregava o cheiro doce e terroso das plantações de agave, misturado ao pó fino levantado pelos veículos que cruzavam a propriedade com frequência constante.
A fachada da casa principal parecia ainda mais imponente sob a luz intensa.