A manhã avançava firme sobre o vale de Jalisco, e o calor começava a se intensificar sobre os campos da hacienda Villalba. O sol já estava alto no céu, iluminando a propriedade com uma luz clara e direta que fazia a terra refletir tons quentes e vibrantes. As plantações organizadas seguiam o desenho natural do terreno, e o vento que atravessava o vale carregava o cheiro seco da terra misturado ao aroma verde das folhas aquecidas.
O movimento da fazenda seguia constante.
Caminhonetes cruzavam os