O dia amanheceu menos como manhã e mais como ressaca. A luz fraca entrava pela janela da cozinha quando Herrera apareceu vindo do lado leste, botas sujas de barro e um foco diferente no olhar. Não era mais só vigilância; era algo entre expectativa e alerta.
Rafael estava em pé perto do fogão, a caneca de café intacta na mão. Não tinha dormido de verdade, só cochilado em blocos curtos, o ouvido treinado para qualquer ruído fora do padrão. Quando viu o jeito como Herrera entrou, largou a caneca n