POV: HANNAH SIMMONS
A madrugada já avançava. A cidade, lá fora, parecia adormecida — mas aqui dentro, no apartamento dele, o tempo parecia suspenso.
Estávamos deitados no enorme sofá da cobertura. A luz era suave, vinda apenas do reflexo da cidade. Ele, deitado ao meu lado, o braço sobre meu abdômen, a mão deslizando preguiçosa pela minha cintura.
Em algum momento, ele parou.
— Essa… — ele tocou uma das minhas tatuagens, bem abaixo da costela, no lado esquerdo. — É um símbolo nórdico?
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