Quando Maya Di Sávallo abriu os olhos, até os cílios lhe doíam os cílios. Honestamente falando, ela nunca havia feito sexo assim em sua vida, mas o melhor de tudo, ela o havia feito com um homem incrível. Ele era bonito, engraçado, culto, apaixonado e, acima de tudo, os preservativos naquele cesto do lixo no banheiro lhe diziam que ele vinha cuidando dela com aquele instinto protetor que saía de seus poros.
Tinha sido a melhor noite de sua vida, e ela sorriu ao vê-lo dormir, porque ele também e