CAPÍTULO 12
Valéria Muniz
“Cadê a minha bengala? Cadê a bengala?“
Me agarrando nas paredes, fui procurando por ela. O pior é que com esse tenente me agarrando e me beijando, deixei de contar os passos, tenho dúvidas de onde estou, “por Deus, que ninguém tenha visto isso, nem o beijo”. Onde estou?
— Val? — era a voz da dona Anelise.
— Aqui senhora, peço desculpas, mas acho que me perdi pelo movimento da casa.
— Ah, estamos na frente do banheiro do corredor, fique tranquila! — segurou