PENÉLOPE VERONESI
Saímos do quarto e posso reparar que metade de algumas paredes também são feitas de vidro e a luz do luar invade os corredores com quase nenhuma iluminação.
Descendemos a majestosa escadaria, direcionando os nossos passos rumo à sala de jantar. Com um gesto suave, Anne empurra a imponente porta de madeira, que cede como se fosse um sussurro, revelando o espaço que se desenrola à nossa frente. Um suspiro de admiração involuntariamente escapa dos meus lábios diante da grandiosid