Eu mal tenho tempo de reagir. Ele me abraça com força, num impulso que parece escapar dele sem controle.
- Nany! Eu consegui! - ele ri, aliviado, a testa quase encostando na minha.
Meu coração dispara por um segundo não sei se pela surpresa ou pela alegria sincera que vejo nele.
- Calma, campeão! - digo rindo, empurrando-o levemente. - Ainda faltam uns cinquenta pra você acertar.
- Mas esse eu fiz sozinho! - ele comemora, erguendo as mãos.
- Fez sim. Tá mandando bem - admito, e ele abre um sorr