Vinícius arqueou a sobrancelha, surpreso.
— Está me dizendo que quer... trabalhar no bar? Como bartender? — Ele repetiu a ideia como se fosse algo de outro mundo.
— Sim. — Minhas palavras foram lentas, medidas. — Não permanentemente. Eventualmente. Um ou dois turnos, quando eu puder me desligar do resto. Quero aprender. Quero ver a vida por outro ângulo. E, sobretudo, quero que ninguém saiba quem sou eu.
Vinícius riu baixo de incredulidade.
— É um pedido estranho, senhor. A Nany até comento