Na manhã seguinte, Kira abriu os olhos devagar.
Olhou ao redor como se precisasse confirmar onde estava e o que tinha acontecido.
O corpo estava leve.
A mente, estranhamente silenciosa.
Não havia aquele peso constante no peito.
Não porque os problemas tinham desaparecido.
Mas porque, quando abriu os olhos, Vincent estava ali.
E isso começava a parecer perigoso.
Não por ele.
Mas porque ela estava começando a acreditar que precisava disso.
Da presença dele.
Da calma que ele trazia sem esforço.
Da