O telefone de Kira tocou na manhã seguinte.
Ela tateou o celular ainda meio sonolenta e atendeu sem olhar o visor.
— Alô…
— Bom dia — a voz de Vincent veio calma do outro lado.
— Se arruma. Estou aqui embaixo no seu prédio.
Kira piscou, sentou-se na cama devagar.
— Vincent…
— Vim te buscar para tomar café da manhã.
Ela olhou para o relógio.
Ainda era cedo demais.
E depois da noite anterior, tudo o que ela queria era passar o dia inteiro debaixo das cobertas, fingindo que o mundo não ex