DOIS ANOS DEPOIS
O corpo macio estava grudado ao meu, e eu aproveitei para enfiar o nariz nos cabelos sedosos, querendo sentir mais o perfume, enquanto me encaixava na curva de sua bunda. Mas nem mesmo isso parecia ser suficiente; eu precisava de mais, meu corpo clamava por mais.
— Baixinha — murmurei, querendo acordar a mulher em meus braços, para poder sentir seus lábios, seu gosto, tudo o que inebriava meus sentidos.
Então, uma série de cócegas no meu pé começou. Não importava o quanto eu