Luma
Estava sentada nas cadeiras duras e frias da delegacia há umas duas horas quando finalmente me permitiram ligar para alguém. Imediatamente liguei para Gabriel.
Não queria preocupar ainda mais a minha mãe e dar motivos para meu filho se envergonhar de mim.
Quando parei o carro, muito assustada, fui tratada como uma criminosa. Com as armas apontadas para mim, os policiais faltaram virar meu carro do avesso a procura de armas e drogas, mas quando notaram que o que eu dizia parecia ser a verda