248. CONTINUAÇÃO

ALONSO:

As palavras de Filipo ressoaram como um trovão no silêncio. Os habitantes, acobardados, acenaram com a cabeça. Não eram tontos, sabiam que estavam à mercê da nossa família. Tinham sido resgatados, mas agora eram nossa propriedade.  

— Dante, diz aos homens para vigiá-los a todos enquanto recolhem os rubis. E que ninguém se aproxime do lago ou tente escapar. Não quero surpresas; se alguém
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