242. A CELA DO AVÔ

Olhei imediatamente e percebi que, de fato, encontramos as masmorras que o avô mencionou. Decidi seguir meu instinto. À medida que avançávamos, iluminando cada cela com nossas lanternas, o fedor se intensificava, misturando-se com a umidade e o mofo que impregnavam o ar. Era um cheiro de morte, de sofrimento, de séculos de histórias encerradas nessas paredes.  

De repente, parei abruptamente, meus olhos fixos na parede de uma das celas. Lembr
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