Rayra se aproximou dele cabisbaixa, com o corpo tremendo de nervosismo. Ela estava pálida, com a respiração desacertada e as mãos frias. Victor, com um gesto firme e gentil, pegou a mochila pesada de seus ombros, aliviando um pouco o peso que ela carregava. Ele a acompanhou devagar até o carro, e abriu a porta para ela.
— Entra, devagar — ele disse, com a voz suave.
Ao ajudá-la a sentar, ele notou a expressão de dor no rosto dela e a maneira cuidadosa como ela se ajeitou no banco. Victor deu a