No dia seguinte, Kieran me acordou com um mingau de aveia em uma mão e um vestido verde-escuro em outra. Sua expressão cínica enquanto me observava me deixava desconfortável. Segundo ele, eu estava precisando de um banho.
— Sim, preciso com urgência e exijo que seja todos os dias! — esbravejei.
Comi em silêncio, tentando imaginar qual seria a melhor forma de lidar com ele naquele dia. Quando terminamos, ele me conduziu por uma pequena trilha até um rio cercado por árvores altas, que balançavam