O que eu sempre quis (II)

A comida trancou na minha garganta. E a minha respiração pausou.

— Você entende que eu nunca te machuquei de propósito, não é mesmo?

Agora a comida desceu rasgando a minha garganta. Por muito tempo eu achei que realmente não era de propósito e que eu merecia cada tapa, cada puxão de cabelo, cada hora trancada no meu quarto, cada empurrão, cada... corda... cada... cinta amarrada no meu pescoço.

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