Para mim era bem claro que Elisa Salvatore foi duas pessoas nessa vida: a de antes e a de depois que o meu pai morreu. Às vezes eu tinha a impressão de que parte dela partiu junto com o meu pai... explodiu naquele carro.
Todos nós o amávamos e foi uma perda trágica. E ela começou a ter um medo absurdo de que eu pudesse morrer. E sempre dizia para mim e Coral: “eu não posso perder mais ninguém”.
A Elisa que sobrou depois da morte do marido foi uma mulher rancorosa, superprotetora, que dizia que