Daniel ficou parado por alguns segundos, o celular ainda na mão. A respiração pesada, o olhar perdido.
— Marcelo…
Ele andou pela sala, tentando organizar os pensamentos.
— Tinha que ser você…
Pegou o celular novamente, pensando em ligar para alguém… mas parou.
— Não… ainda não.
Sentou no sofá, passando a mão no rosto.
— Eu trouxe isso pra eles…
Silêncio.
— Não… eu vou resolver isso.
Enquanto isso, no bar, o grupo ainda tentava relaxar, mas o clima continuava estranho.
— Ele saiu muito sério —