Sempre que Marco tinha algum medo quando pequeno, ele procurava seu pai. Fosse por algum inseto que o deixasse apavorado, por um suposto monstro embaixo da cama, criaturas noturnas que o visitavam durante a noite ou o medo irracional que muitas crianças têm de perder os pais por algum motivo.
Sentado no banco de trás de uma limusine alugada, ele voltou a ser uma criança. Estava com medo. Na verdade, estava apavorado. Queria, com todas as suas forças, que não tivesse cometido um erro tão grande.