Assim que estacionei na escola da minha filha, vi Ramón encostado no seu carro e fui ao seu encontro.
— O que faz aqui?
— Calma, An. Eu vim em paz.
Ele levantou as mãos para o alto.
— Você e paz não combinam na mesma frase.
Ramón deu um sorrisinho de canto e revirei os olhos à procura de Priscila.
— Cadê a puta-mor?
— Está resolvendo assuntos dela, vim aqui pegar minha filha para tomar sorvete. — O encarei por algum tempo. — Por que está me encarando assim?
— Me responde uma coisa, Ramón. Por q