A Filha do CEO (Cap. 200)
Priscila Almeida
O silêncio naquele esconderijo era quase insuportável, quebrado apenas pelo som distante de carros e os sussurros ocasionais que vinham do rádio velho sobre a mesa. O local estava precariamente montado, as paredes sujas e descascadas e o cheiro de mofo impregnava o ar. O cativeiro estava longe de ser ideal, mas era o que tínhamos no momento, e pelo menos me mantinha escondida, longe das investigações que certamente estavam acontecendo.
Eu observava Ana Fernanda sentada em um