Cleide Magalhães
Minha cabeça estava pesada. Sentia uma pressão no peito que fazia tudo se expandir e contrair com dificuldade, como se eu estivesse sufocando a cada esforço para respirar. Tentei erguer as mãos, mas percebi estarem amarradas.
Abri os olhos devagar e notei que estava em um hospital. Havia um tubo na minha boca, o que explicava a pressão que sentia no peito. O som irritante dos monitores me cercava e, de repente, várias pessoas se aproximaram, aumentando ainda mais a minha agitaç