Na manhã seguinte, o sol entrou sem cerimônia pela janela do quarto de Elisa. Ela se espreguiçou lentamente, o corpo ainda sentindo o conforto da noite anterior. Rafael dormia ao lado, com uma expressão de paz tão rara que ela teve vontade de fotografá-lo.
Mas o relógio não perdoava: era hora de começar a loucura dos preparativos. Levantou devagar, para não acordá-lo, e foi direto para a cozinha.
Dona Sônia já estava de avental, preparando o café da manhã. Leo, empoleirado na cadeira, pintava u