239. ATAQUES QUE MATAM
VICTORIA
Eu afundava meu rosto no pescoço dele, aspirando seu cheiro selvagem, lambendo as gotas de suor, sentindo o pulsar das veias sob minha língua.
Minhas pernas fechadas ao redor da cintura dele, minha bunda se sacudia pra cima e pra baixo enquanto eu aproveitava esse rapidinha selvagem.
Sentia as garras dele cravadas nos meus quadris e aquela lança grossa se afundando entre meus lábios.
Meu mundo inteiro tremia com os rugidos animais e contidos que ele deixava escapar no meu ouvido.
As co