Nos próximos minutos, arrastei as duas pela loja, experimentando algumas coisas pra mim quase por obrigação e enfiando peças nas mãos de Ana como se eu fosse treinadora de makeover em programa de TV. Ela reclamava baixo, mas, a cada peça nova, o jeito do corpo mudava um pouco: o ombro menos curvado, o olhar um pouco mais direto pro espelho.
Quando finalmente saímos de lá, Ana carregava uma sacola com o vestido e um par de sapatilhas simples, e parecia alguém que tinha acabado de cometer um crim