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SOL
Marina me tira do carro, amarrada pelas mãos, com violência, e me j**a no asfalto. Levanto e olho em volta, vendo que estamos numa parte mais afastada da cidade, uma ponte antiga, à mais alta da cidade. Abaixo dela, um rio e pedras, uma queda desse ponto seria morte certa.
— O que vai fazer? — pergunto, com medo de ouvir, e Marina ri, teatralmente, olhando para a faca em sua mão.
— Te dizer a verdade, ser a única a fazer isso, você merece antes de ir encontrar seu pai no inferno.
— O quê?