O cheiro de cigarro e bebida, o peso sobre o meu corpo me sufocando, a dor entre as minhas pernas... “não. Por favor, não.” Eu gritava, mas as coisas só ficavam piores. Uma tapa no meu rosto, a língua deslizando pelo meu pescoço e o arfar frenético. Eu estava presa de novo. Eu estava de volta ao inferno. Um grito escapou dos meus lábios e, de repente, uma voz preocupada me chamava “Você está segura.” A voz repetia uma e outra vez “Eu tenho você, baby. Eu tenho você. Shhhhhh”
Eu não precisei abr