ELisentiu o chão desaparecer sob os pés. — Impossível… meu pai não me traiu. Isso não faz sentido. Por que ele faria isso? — murmurou, mais para si do que para os outros. — Sempre soube da ganância dele, mas… trair‑me? Não. Não pode ser. Deve haver algum engano. Estou a pensar demais… é só o cansaço. O stress acumulado. Estou a raciocinar mal.
— Senhor?… Senhor!? — chamou o genio da infomatica, preocupado, observando o rosto pálido e vazio do rapaz ao lado.
— Está tudo bem? — perguntou o subordi